Sob a lona da mistura
Do alho com cebola e azeite
Adquirido dos judeus
Sigo meu caminho,
Assim como eles,
No labirinto indestrutível da realidade.
Carne exótica, sabor raro.
By Rô Gonzaga
on |
2
Degustações

A capivara é um herbívoro roedor natural da região de pântanos. Sua caça é proibida, assim como a caça de outros animais no Brasil, pois por aqui esta é considerada crime inafiançável. Sendo assim, a capivara passou a ser criada em cativeiro com a finalidade de abate. A carne comercializada deverá vir acompanhada do selo do Ibama. A criação em cativeiro e a alimentação controlada reflete na carne como produto final, amenizando o sabor e o cheiro forte que lembra “bode velho”
A carne é caracteristicamente magra, pois os animais silvestres produzem carnes com teores reduzidos de lipídeos totais e colesterol, além de apresentarem altas proporções da ácidos graxos poliinsaturados, quando comparado aos animais domésticos. Isso faz com que a carne de Capivara in natura tenha um menor tempo de vida de prateleira, pois é susceptível à rancificação, por isso que geralmente as carnes são comercializadas na forma congelada e embalada à vácuo. A carne é comercializada a preços iguais ou superiores ao do filé bovino.
Para quem gosta de ousar no paladar, restaurantes, churrascarias e até supermercados estão colocando à disposição dos consumidores qualidades variadas das chamadas carnes raras ou exóticas. Só sei de um local que comercializa a capivara aqui em Pernambuco, mas nunca fui lá. Trata-se do restaurante ‘Relicário’, que se situa na Estrada de Aldeia km3, Aldeia/Camaragibe. A casa é especializada em carnes exóticas, como tartaruga, avestruz e capivara. Todos os pratos são individuais. Horário de funcionamento: terça a sexta-feira, a partir das 19h; sábado, a partir das 11h; domingo, das 11 às 16h.
Onde está o encanto e a beleza das borboletas?
By Rô Gonzaga
on |
0
Degustações

Na minha infância, meu pai sempre me ninava com algumas canções, uma delas era:
“Eu sou uma borboleta pequenina e faceira, ando no meio das flores procurando quem me queira... Borboleta pequenina vem aqui no meu quintal, venha ver como está lindo hoje é noite de Natal”.
Onde está o encanto e a beleza das borboletas?
Quando eu era criança
Via tantas borboletas a voar.
Possuíam todas as cores e tamanhos.
Com o passar do tempo foram desaparecendo
E o colorido se tornou incolor.
Quantas saudades sinto dos tempos no jardim
Em que eu corria atrás das borboletas.
Para onde elas foram?
Onde será que se escondem agora as “burbuletas”?
Volta pequenino inseto.
Quero poder novamente te admirar.
Pequenos da blogosfera
By Rô Gonzaga
on |
2
Degustações
Acabei de conhecer um chat , so para Blogueiros , o Pequenos da Blogosfera, e como regra,todo membro novo tem que fazer um post, como um TROTE , com os links dos blogueiros membros do chat que estão on , quando eu entrei , e aqui estão eles :
Jugs | Ostra Louca
Katia lNotícias (IR) Relevantes
uriel | De garagem
luxfero | Toth Squadra 62
arthur zaf | Paranoia
Renata |JuneKa
gabriel -O Blog do Homem
Rodrigo Justi -Os Segredos da Informática
Philipe |Maluco News
Jugs | Ostra Louca
Katia lNotícias (IR) Relevantes
uriel | De garagem
luxfero | Toth Squadra 62
arthur zaf | Paranoia
Renata |JuneKa
gabriel -O Blog do Homem
Rodrigo Justi -Os Segredos da Informática
Philipe |Maluco News
Curso de barista
By Rô Gonzaga
on |
0
Degustações



Curso de barista em café tem edição extra no final do mês de junho
A Coffee Center promove uma edição extra do seu curso de barista no final do mês de junho. A formação é voltada para o ensino da arte do bom café, em especial, o espresso. De acordo com os organizadores, as aulas são ministradas por profissionais com mais de dez anos de experiência no mercado de café.
As turmas são pequenas e o ambiente da escola remete à realidade vivida em uma cafeteria ou restaurante. Além de ensinar as habilidades para uma “xícara perfeita”, o curso abordará técnicas de atendimento ao público.
A inscrição custa R$ 250 e a reserva de vaga pode ser feita mediante pagamento antecipado. O valor deve ser depositado em conta corrente (veja abaixo) até o dia 26.
SERVIÇO:
Curso de Barista Avançado
Quando: 30 de junho a 2 de julho, das 9h às 13h
Local: Coffee Center - Rua Professor Aurélio de Castro Cavalcanti, 264, Setúbal (continuação da Rua Baltazar Passos, na esquina com a Rua Camboim; próximo ao Colégio Primeiro Passo).
Valor: R$ 250
Forma de Pagamento: Depósito em Conta Corrente até 26 de junho
Dados Bancários:
Banco Bradesco
Ag. 0291-7
C/C 87191-5
Favorecido: BMOF Comércio de Descartáveis Ltda
Fonte: pe360graus
Beijos.
"A invenção do Restaurante"
By Rô Gonzaga
on |
0
Degustações

Hoje eu fui passear com Gi e meu tio avô de São Paulo.
Estávamos no Paço Alfândega, almoçamos, fomos à Livraria Cultura, Sinagoga e à exposição do Mestre Vitalino (no Banco Real).
Enquanto estávamos na Livraria Cultura procurando uns livros pra tio Joel e Gi, dei uma fugidinha pra área de Gastronomia e encontrei livros bem legais.
Dentre eles, tio Joel, delicadamente, pegou um e saiu de fininho e comprou pra mim!!!
O nome do livro é "A invenção do restaurante - Paris e a moderna cultura gastronômica" da historiadora Rebecca L. Spang.
Não li nada dele ainda por causa das milhões de provas e trabalhos que tenho que fazer, mas peguei uma descrição que está logo abaixo.
*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*
Descrição:
Por que existem restaurantes? Por que as pessoas consideram a refeição um passatempo agradável? Desde quando alimentação se transformou em lazer?
*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*----*
Beijoooos.
Se puderem, leiam também.
:)
Maçã do amor
By Rô Gonzaga
on |
1 Degustações

Doce conhecido como maçã do amor faz 50 anos de Brasil.
Famosa em junho, quando começam a pipocar pelo país as festas juninas e é o mês do Dia dos Namorados, a maçã do amor completa em 2009 meio século de existência. Pelo menos oficialmente. Está documentado que o pedido de patente para o processo de cristalização da fruta foi feito por um imigrante espanhol em São Paulo em 1959. O benefício da exclusividade foi concedido e, a partir daí, Antonio Farre conta que o doce se popularizou. “Eu carregava a barraquinha e a minha mãe levava as caixas com as maçãs", conta Farre, de 62 anos, que 50 anos depois ainda vende o produto na loja de doces no Tatuapé, Zona Leste da capital paulista. “As pessoas faziam fila para comprar”, lembra o comerciante, que veio ainda menino com a família da Espanha em 1954. O título de exclusividade tem prazo determinado e, depois de alguns anos, cai em domínio público. Foi o que ocorreu com a fruta caramelizada espetada no palito, que ficou eternamente conhecida como maçã do amor. Farre conta que, depois de “criado” o doce, a família precisava colocar um nome nele. “Meu pai um dia estava cansado depois do trabalho e falou para todos reunidos na sala: ‘ah, coloca logo maçã do amor e vamos dormir’”, revela Farre, rindo. O espanhol vem de uma família de doceiros. Na loja dele, são vendidos churros de diversas formas e sabores. Ele conta que, como a vida de imigrante era muito difícil no Brasil, precisavam de algo que os sustentassem. E começaram com a maçã do amor. Como deu certo, resolveram patentear. “Muita gente ficou de olho. Meu pai e minha mãe começaram ter uma renda maior do que a família inteira”, diz Leandro Lopes Farre, de 35 anos, filho do comerciante.
Trâmite
Em 14 de junho de 1962, a patente do método de cristalização da “maçã coberta com açúcar colorido artificialmente”, saiu pelo prazo de 15 anos. O G1 teve acesso aos documentos originais. Quem concedeu o benefício foi o extinto Departamento Nacional de Propriedade Industrial, que, desde 1970, virou Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O trâmite todo durou três anos. Em 1961, a Diretoria de Bromatologia e Química do Instituto Adolfo Lutz em São Paulo analisou o produto e emitiu um parecer, citando as características dele, como cor, cheiro, sabor e aspecto. Este definido como “maçã com cobertura de açúcar colorido”. O pedido da família Farre também parou nas mãos do Serviço de Policiamento da Alimentação Pública do estado, que liberou um alvará de Aprovação e Registro de Produto Alimentício. A patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade “Esse documento dá o direito de excluir terceiros da fabricação e comercialização daquele objeto por um prazo determinado”, explica Elias Damian da Silva Felipe, técnico em Propriedade Industrial do INPI. Ele ressalta que o pré-requisito básico para se conseguir uma patente é provar a invenção, a novidade. Isso vale para receitas também. “Você tem que unir dois ou mais elementos e obter um efeito técnico novo”. Depois do prazo estipulado, o produto patenteado vira de domínio público. Atualmente, o tempo é de 20 anos.
Ponto certo
Apesar de copiado ao extremo, o doce encontrado em carrocinhas e barraquinhas tem seus segredos. Farre garante que o dele “é o melhor”. A receita ele não revela de forma alguma e ainda aponta onde os concorrentes erram. “O ponto (da cristalização) tem que ser o ponto bala. Antes, fica mole. Depois, queima. O tempo ideal vai no ‘olhômetro’”, ‘ensina’ o comerciante.
Fonte: G1.
Assinar:
Postagens (Atom)
