A importância dos Congressos

É, eu sempre julguei os Congressos um meio fútil. A maioria das pessoas vão para se divertir, conhecer pessoas, beber até não poder mais e nem pensam em assistir as palestras oferecidas.
Semana passada eu estive presente no II CONAG, que foi sediado no Hotel Praia Mar, em Natal - RN. Cheguei como toda boa aluna (se é que isso é ser boa aluna) : aplicada, não falei com quase ninguém e estava de ouvidos aberto pra tudo!! Conversei só com o primo da minha amiga, pois estava hospedada na casa dele e, mesmo assim, foi só após o término da abertura do congresso.
Segundo dia de congresso. Um colega meu, Lourenço, encontrou comigo logo no início. Assistimos a primeira oficina "A nova cozinha sertaneja", palestrada pelo Chef Rodrigo Oliveira, do Mocotó SP. Estava super atenta a todos os movimentos, anotando tudo que julgava interessante e diferente. Final da palestra, fotos e mais fotos e entrevista pra tv local. A palestra acabou mais cedo do que o esperado. - "Ah, vamos dar uma volta na cidade, fazer um roteiro histórico-cultural nesse tempinho." Fomos. Visitamos o Museu Café Filho, a Casa de Câmara Cascudo e voilà. Que passeio extupendo! Foi muito bom. Fomos almoçar no Midway, já como não conhecíamos nenhum restaurante local. Mas foi legal. Voltamos ao congresso para assistir a palestra "Panificação Clássica Brasileira", palestrada pelo Chef Rogério Shimura, SP. A palestra foi tudooo de bom. Realmente não esperei que fosse tão boa. Acabou cedo novamente e tínhamos mais de 2h para esperar pela palestra da noite. Mas decidimos não sair. Fui comprar um livro e sentei com Lourenço. Nisso, conhecemos uma galerinha por lá. Pessoas finíssimas. Conversamos e acabamos nos juntando na palestra da noite. Acabou, cada um foi pro seu lado.
Terceiro dia. A galerinha da noite do dia anterior já chegou falando. Após a oficina da manhã, que foi maravilhosa também, umas meninas de Gastronomia da UNP me chamou pra almoçar com elas. Fui. Restaurante aconchegante, comida legal, mas nada diferente do que eu tenho acesso em Recife. Comemos, tiramos fotos, trocamos experiências, contatos. A palestra da tarde chegou e foi um fiasco. Odiei, mas nada que não seja comum em um congresso (pelo menos foi isso que me falaram). Enfim, nessa palestra terrível, os laços de amizade se entrelaçaram e surgiram várias conversas legais com pessoas que eu não tinha tido oportunidade de conversar anteriormente. A espera para a palestra da noite foi super produtiva. Conheci o intérprete de LIBRAS da UNP e os deficientes auditivos de Gastronomia da UNP. Super produtivo. Fazia tempo que eu não conversava em LIBRAS e relembrei muitas coisas que já vagavam perdidas na minha mente. Último dia, última palestra e logo depois ia ter uma confraternização em um bar badalado da cidade. A última palestra foi super legal, estabeleci contatos com os chefs, troquei e-mails (e até telefone!) e consegui um estágio em Sampa nas férias de julho. Congresso finalizado = festa. Chegando ao bar, sentei na mesa dos professores com Ana e Bel, da UFRPE. Super deslocadas era pouco para o que nós estávamos lá. Quando estávamos saindo, conheci uma galerinha da UFC super simpática, pena que eu já estava indo embora. No outro dia, marquei um almoço com as meninas de turismo da UFRN no Mangai, um restaurante estilo o Parraxaxá. Comi iguarias potiguar, como a carne de sol na nata, arroz de leite (arroz vermelho, ou da terra, como preferir). Muito boooom e valeu super a pena. Por causa desse almoço, perdi o ônibus de volta. Por causa dessa perca, conheci a vovó de Helen e uns amigos africanos dela. Mais intercâmbio cultural, um treinozinho do francês, umas trocas gastronômicas e ainda tive direito de escutar um dialeto africano que não lembro nem o nome!!
Tudo que eu julgava de fútil em um congresso foi esquecido. Não bebi de me acabar (até porque nem bebo), repensei sobre o fato de conhecer pessoas ser desnecessário (foi muito importante) e adquirir novos conhecimentos foi tudo. O intercâmbio cultural é fundamental e, mesmo quando você acha que não vai haver, ele sempre aparece e é inesquecível. Voltei sem querer voltar, achando que minha vida deveria ser em um congresso. E reativei a vontade de ser docente, conferencista e estar sempre rodeada de pessoas de diferentes culturas. E despertei a vontade de ser congressista pelo resto de minha vida. Que venha muitos e muitos congressos pela frente! Estarei presente em todos que eu puder.
Posts detalhado sobre o II CONAG virão logo logo.

Afetividade

A cozinha é identidade, discurso. Apropriação. Não é a origem que define, é a expressão cultural adquirida que gera o "meu", o "nosso". Essa é a formação do paladar.
A gastronomia é como uma língua, se comunica, extrapola horizontes, se expressa. É na cozinha que se materializa o afeto, que se reforça a união familiar. A cozinha é que nem coração de avó. A nostalgia se reflete na comida da vovó, dessa forma de concretiza o grito negativo à palavra 'imaterial' doada como referência alusiva à gastronomia. Nos pratos dessa avó, dessa mãe, recheado de sabores e saberes, se cria identidade. A lembrança é única, profunda, caracterizada apenas pela saudade do sabor, do cheiro, da festa, da reunião em família aos domingos, dos tachos de doce, da fruta fresca do pé, das brincadeiras infantis na areia, do bolo saindo do forno... A lembrança é tanta que, se voltássemos no tempo, seria possível acharmos que algo havia mudado, pois no quadro de recordações tudo era mais perfeito, mais colorido, o doce era mais doce e a comida mais gostosa. Tudo já está materializado, fixado, concretizado e nada mais devolve nem retira e nem despreza o apego saudosista.

Rolo à mesa


Bem, acho que não é segredo o fato do tão amado Bolo de rolo ter recebido o título de Patrimônio Imaterial de Pernambuco (ver post anterior). Também acredito que não seja desconhecido o fato do bolo de rolo ser uma iguaria oriunda dos portugueses; foi inspirado em receitas portuguesas e recheado genuinamente com a nossa pernambucanidade. É como diz o ilustre Gilberto Freyre em seu livro Açúcar (1987), ressaltando a importância da goiabada: “a marmelada, o caju e a goiabada tornaram-se desde os tempos coloniais, os grandes doces das casas-grandes”.
O bolo tem uma forma única de preparo. As finíssimas camadas de pão-de-ló são recheadas com uma pasta de goiabada que devem ser enroladas cuidadosamente para não rachar e garantir uniformidade ao bolo, que acompanha perfeitamente bem com uma deliciosa e farta fatia de queijo de coalho.
Patrimônio imaterial = tradição, cultura, preservação. A cultura gastronômica oferece informações sobre um grupo étnico, onde a comida não é apenas um alimento, mas um estilo de vida, revelando costumes, origens, pois expõe crenças, clima, topografia, história, agricultura, pecuária, ou seja, a essência de um povo. Justamente por tais pontos que o símbolo pernambucano foi adotado como tal. A receita foi protegida, conservada e valorizada por sua importância cultural, histórica e gastronômica, claro. Apesar de haver modificações quanto ao recheio (se encontra várias versões, desde o doce de leite ao chocolate e maracujá), a tradição não foi perdida, a original não foi esquecida nem se escondeu nos labirintos da memória dos que preparam nem dos que degustam. Não é à toa que muitos pernambucanos, ao viajar, levam rolos e rolos e mais rolos para presentear amigos, parentes; e também não é por acaso que muitos turistas são loucos para conhecer o símbolo do Estado. Muito menos foi por mera coincidência que instalaram um quiosque exclusivo de bolo de rolo no Aeroporto dos Guararapes, para que todos tenham acesso, principalmente aqueles que, no corre-corre do dia, esqueceram de comprar o amuleto da viagem, a alegria do café da manhã e/ou do lanche da tarde.
O bolo de rolo foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco pela Lei Ordinária Nº 379/2007. Enfim, uma delícia de patrimônio!

Patrimônio Imaterial

É hábito, atualmente, escutar falar em Patrimônio Imaterial pra lá, Patrimônio Imaterial pra cá. A questão é que a definição não é muito bem entendida por todos. O Patrimônio Imaterial também é conhecido como ‘Intangível’. Ele aborda as tradições e expressões culturais preservadas por indivíduos que repassam esses saberes de geração em geração. Segundo a UNESCO, “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados e que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural”. Quem realiza o registro desses patrimônios é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan.

Durante muito tempo só se escutava falar de Patrimônio Artístico e Histórico (Igrejas, Sítios arqueológicos, obras de arte...), mas essa noção foi redefinida na Constituição de 1988 ( Título VII, Capítulo III, Seção II (da cultura), Artigo 216), que não fala mais de Patrimônio Histórico e sim de Patrimônio Cultural, de natureza material ou imaterial.

Esses Patrimônios Imateriais necessitam de ações que apóiem a melhoria das condições sociais e de materiais que propiciem a transmissão e a reprodução da sua existência. E por ser um patrimônio vulnerável à modificações, foi adotado a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Intangível em 2003. Exemplo: para um grupo indígena, o Patrimônio Imaterial é o significado de sua identidade e toda a sua história; uma festa católica... Essa convenção é importantíssima, pois regula o Patrimônio Intangível, já como a complexidade da definição dos limites e da proteção é tamanha.

Mas o que isso tem a ver com Gastronomia? Ah, isso é tema dos próximos capítulos.

Festival de Circo do Brasil



Fonte: pe360graus.

Dez dias de arte circense na Capital pernambucana. Essa e a proposta da 5ª edição do Festival de Circo do Brasil, que começa no dia 8 de outubro e segue até o dia 18 do mesmo mês. Seis montagens francesas estarão presentes no festival e mais 11 atrações nacionais. As apresentações ocorrem nas ruas e parques da cidade ou nos palcos dos principais teatros recifenses.

Quem abre os trabalhos do Festival de Circo do Brasil é o mineiro Luis Sartori do Vale (foto 2) e a companhia francesa Akoreacro. As apresentações serão realizadas nos dias 8 e 9 de outubro, no Teatro de Santa Isabel, às 21h, e tem como mestre de cerimônia o carioca João Artigos, do Teatro de Anônimo.

Entre as atrações dos dez dias de Festival estão o grupo pelotense Tholl, o Teatro Mágico, que faz o lançamento nacional do novo DVD; e a Palavra Cantada, que fará homenagem ao público infantil. Os céus do Recife também servirão de palco. O Acrobático Fratelli fará uma intervenção aérea, que vai tomar os prédios da avenida Conde da Boa Vista.

O festival também conta com a presença da Companhia francesa Non Nova, que se apresenta no Santa Isabel. O espetáculo “P.P.P.” ousa na composição do cenário, composto por três grandes congeladores abastecidos com bolas de gelos de variados tamanhos, que o malabarista Philippe Ménard manipula ao longo do espetáculo.

Na linha mais tradicional, o Festival de Circo transforma a Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife, em uma grande lona com a instalação de três palcos. No dia das Crianças, 12 de outubro, uma programação especial com Banda Gigante, do Estado de São Paulo.

Entre os dias 13 e 15, haverá na Praça do Arsenal, diariamente, apresentações de palhaços com os espetáculos “Pelo Cano” e “Jogando no Quintal” (foto 3). Na sexta-feira, 16, o Circo Vox (foto 1) chega para compor o fim de semana de encerramento do Festival.

Nos dias 17 e 18 de outubro, estará disponível na Praça do Arsenal uma série de equipamentos - cama elástica, arame, diábolos e malabares - que poderão ser utilizados livremente pelo público. Outros locais também receberão espetáculos, como o Parque 13 de Maio e o Parque da Jaqueira.

No dia 15 de outubro será realizado o lançamento do documentário "Dossiê Escola Nacional de Circo: 25 Anos de Pedagogia no Picadeiro", de Daniel Elias, Jefferson Pereira e Maira Aggio, e também o lançamento do livro "Circo Social no Brasil (Catálogo da Rede Circo no Mundo Brasil)”, de Boris Trindade Jr. (Borica) e Vinícius Daumas.

Uma festa na boate Nox também compõe a diversificada programação do evento, no dia 9 de outubro. Intitulado “Cabaré Circense”, o evento tem discotecagem de Jérome Pigeon, DJ Dolores e conta com números circenses dos grupos O Teatro Mágico e Acrobático Fratelli.

SERVIÇO
5º Festival de Circo do Brasil
De 8 a 18 de outubro
Entrada franca para os espetáculos de rua


Site Festival de circo do brasil

Quitutes & batuques

Fonte: pe360graus

Cozinheiras e artistas franceses realizam oficinas em Olinda
Evento Quitutes & Batuques integra as ações do Ano da França no Brasil, com cinco oficinas ministradas em Pontos de Cultura de Olinda


Música, gastronomia e cinema estão na bagagem do grupo de artistas e cozinheiras francesas que desembarca em Olinda seguindo a caravana do projeto Quitutes & Batuques, evento que integra as ações do Ano da França no Brasil. Serão cinco oficinas ministradas em Pontos de Cultura de Olinda, desta terça (29) a quinta-feira próxima (1º).

O projeto já passou pelas cidades de Bananal, Campinas e São Paulo. Em Pernambuco, realiza-se em parceria com o 5º Olinda Jazz. À frente da Oficina Gastronômica estão as cozinheiras do La Table D’Hôte. O grupo, formado por seis mulheres, traz, além da culinária tradicional francesa, influências africanas e árabes, representando a realidade da França de hoje, cosmopolita e multicultural.

La Table D’Hôte surgiu na periferia da cidade de Bordeaux, como estratégia para chamar as mães, donas de casa e outros grupos de mulheres a tomarem parte dos projetos de cidadania cultural. Além de ministrarem oficinas de arte culinária para a comunidade local, desempenham uma importante função integradora de preparo e organização das refeições nas quais artistas, profissionais e alunos estarão envolvidos.

Em Pernambuco, contarão com a participação das cozinheiras do ponto de cultura Nação Xambá, de Olinda. Os participantes das oficinas irão aprender como planejar grandes banquetes, da aquisição dos insumos à preparação, o servir e a apresentação.

A música estará presente no Quitutes & Batuques com três oficinas. Canto e Voz, ministrada pelas cantoras franco-camaronesas da dupla Les Nubians, Helene e Célia Faussart, percorre o caminho da diáspora africana por meio de uma pesquisa das tradições musicais afro e seu reflexo no cenário artístico internacional. A oficina de Canto e Voz será ministrada no Mercado da Ribeira, antigo centro de comércio de escravos no coração do Sítio Histórico de Olinda.
À frente da oficina Percussão e Dança Africana estará o músico Adama Yalomba, natural do Mali e um dos expoentes do gênero Afropop. Ele terá como apoio os educadores do ponto de cultura Nação Xambá. Brinquedos Musicais e Noções de Música ficará sob responsabilidade do grupo Moleque de Rua. Dirigido a crianças e jovens, prevê a criação e montagem de instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis, demonstrando que para fazer música só é preciso vontade e criatividade. Fundado há 25 anos pelo músico e compositor Duda Ferreira, um dos criadores do dispositivo oficina-residência, conceito que estrutura este projeto, o Moleque de Rua atua mais na Europa que no Brasil. Em Pernambuco, terão o apoio dos educadores do ponto de cultura Maracatu Leão Coroado.

A oficina Performance em Vídeo será conduzida pelo cineasta francês Zangro, realizador que percorre a Europa e a África produzindo vídeos que levam espectadores a questionar paradigmas culturais. Colaborador do canal da TV francesa Canal Plus, Zangro é também conhecido em seu país como criador do site A Part Ça Tout Va Bien (www.apartcatoutvabien.com), no qual lança mão do humor para abordar o preconceito contra os muçulmanos na sociedade francesa. Ele veio ao Brasil acompanhado do ator de origem marroquina Hassan Zahi para gravar um projeto inédito. Em Olinda, irá selecionar artistas e pessoas comuns para a gravação de um vídeo sobre a relação França/Brasil. O vídeo será postado no site e exibido no Olinda Jazz.

O Quitutes & Batuques é uma realização da WZM Plataforma Brasil Holanda, com apoio da Prefeitura de Olinda, do Ministério da Cultura e da revista Continente.

SERVIÇO
Quitutes & Batuques
Programa de Oficinas
De 29/09 A 01/10

Oficina Gastronômica – Table D’Hôte
Local: Ponto de Cultura Nação Xambá

Oficina de Interpretação – Zangro
Local: Ponto de Cultura Afoxé Alafin Oyó

Oficinas de Voz & Canto – Les Nubians
Local: Mercado da Ribeira, Olinda

Oficinas de Percussão – Adama Yalomba
Local: Ponto de Cultura Nação Xambá

Oficinas de Brinquedos Musicais – Grupo Moleque De Rua
Local: Ponto de Cultura

Mais informações: 9938.6328

Honey honey cupcakes

Imagens: Isabella Valle



Cupcakes - como o nome já diz: bolo feito na xícara. São fofinhos, deliciosos, mas precisam de boa criatividade pra não cair no trivial.

O primeiro momento do cupcake é a salivação dos olhos, só posteriormente a boca. Por isso eles precisam ser lindos!

A Manuca de Paula, formada em Gastronomia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco é uma quituteira de mão cheia dessa iguaria. Colega minha, por sinal. Mas não, isso não é puxação de saco "preu" ganhar um cupcake maravilhoso! :P

Esse post no blog vem em pura homenagem à ela por ela ter se dado tão bem. E tudo começou só pra ganhar um dinheiro extra. Mas é pelo fato de algumas conversas que nós tivemos... E ela sabe, inclusive a admiração que eu tenho pela força que ela teve pra acabar o curso de Gastronomia e seguir pro sonho dela: Artes Cênicas! E eu fiquei imensamente feliz quando vi que ela estava produzindo cupcakes, que tinha criado blog pra divulgar, etc. Até que entrei há uma semana no blog dela novamente e vi o sucesso que ela está fazendo com os cupcakes dela!

Pra você ter noção da disputa que é pelos cupcakes, no aniversário dela ela deu uma caixa com 12 cupcakes pra pessoa que fizesse a melhor homenagem a ela. Tá podendo!

Está no curso que sempre desejou, não deixou de lado a Gastronomia [tá vendo que valeu a pena?], tá ganhando dinheiro e fazendo sucesso; e ainda por cima fica com horário flexível pros estudos. =D

Tudo de bom pra você, Manucaaa.