Eu vou modificar. Tenho dito!

Quero ser professora.
Espero exercer muito bem esta função.
Prenderei meus alunos pela qualidade da aula, não por medo de reprovação por falta.
Quando a aula é medíocre e se sabe que só se está fazendo o aluno perder tempo, toma-se medidas radicais para que não haja salas vazias, tornando a sala cheia de "ninguéns".
Isso é hipócrita e repugnante. Você finge que é um bom professor e os alunos fingem que são dedicados à sua aula.
Quando eu crescer, eu não quero ter medo dos apontamentos dos alunos. É com eles que se aprende a ser professor.
Quando eu crescer, quero ser igual à Kalina, Adriana e Luciana.

Dilema

O amor tece a teia para amortecer a queda quando o amor acabar.

Consumado. O amor tecedor ama tecer a dor após o coração partido. E, com a reconstrução do coração, passa a tecer novos sorrisos, olhares, esperanças. É um ciclo vicioso e bom de se viver. O que seria do amor sem o amortecedor das dores?
Bem, o amor não tece apenas um meio menos doloroso pro fim. O amor é tecedor de momentos bons, de alegrias incomuns em lugares inesperados. O amor tece formas e riscos de lua e estrelas, de colar de pérolas nas espumas do mar. Mas esta não é a questão. O amor vem pra nos amedrontar. O amortecedor do amor tecedor é quase que exclusivo para aliviar a dor. A dor que parece nunca passar.

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Textinho dedicado à TarCila. Surgiu no meio do nada, entre labirintos. Entre pensamentos labirínticos provocados por seu subnick "amor . tece".

FreePorto 2010

Amanhã, recital de abertura da FreePorto, no Burburinho, às 18h.
Às 20h, no Corpos Percurssivos, Rua da Moeda, abertura com premiações e atividades diversas.
Até eu vou receber prêmio!!! =P
Vai ser alegre, irreverente e ousado!!
Vamos todos.

programação aqui.

Nos vemos lá.

Pressão

Escrever um artigo em tempo flash.
Ler 4 livros num só dia.
E mais 4 no outro.
Apagar todo o artigo já redigido por estar achando uma bosta!
Escrever tudo de novo.
Dormir todo dia às 7h da manhã.
Acordar às 14h.
E sentar a bunda pra ler e escrever.
E ficar com a bunda quadrada.
Sem alimentação de sustança, só à base de pão.
E ainda por cima acabar o artigo.
É, tristeza por ter terminado.
O cansaço foi maior que o prazer.
Tô com preguiça.
Não quero mais letras na minha frente.
Elas agora bailam pra mim.
Dão língua e falam palavrões.
Se fosse só isso, bem.
Mas amanhã tem prova na facul.
E eu não tive tempo de estudar. :S
Nem tô com saco!

Festival Recifense de Literatura.

Grupo Dremelgas Literárias participa do evento recitando e interagindo com presentes

Depois da entrevista de Raimundo Carreiro, realizada por Cristiano Ramos e Marcelo Pereira, na Livraria Cultura, o público atravessou a rua para conferir o lançamento da Revista Eita!, publicação da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), editada pela Gerência de Literatura e Editoração (Gole). O ritmo de arte-festa-comemoração da noite foi impresso pelo Grupo Dremelgas Literárias, que recitou, de maneira muito especial e inventiva, obras como Vermelho, de Roneide Gonzaga; Desmantelo Azul, de Carlos Pena Filho e Os Reinos do Amarelo, de João Cabral de Melo Neto.

E quando falta a ética?

As pessoas simplesmente te apunhalam pelas costas e depois fingem não te ver quando você está bem na frente. Medo? Não sei!
Falar por falar é hipócrita demais, verdade. Sorriso falso, plástico. Não quero conveniências, quero atitudes humanas e sinceras. O mínimo sincero possível.
Mas o troco um dia chega.

Uma dose de marginalidade

Eu vi duas baratas.
Elas fudiam com a paz.
Eu vi duas baratas.
Elas fudiam a sanidade.
Elas gozavam o medo.
Elas fudiam na parede.
Eu vi duas baratas.
Elas estavam fudendo!

Roneide Gonzaga.